Da
estimulação à aprendizagem |
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A
cada dia, a criança manifesta um gesto, um sorriso, um
olhar diferente que marcam as fases de seu desenvolvimento. |
A
estimulação não tem segredos nem é
uma tarefa complicada: crianças estimuladas e curiosas,
têm como responsáveis, pessoas interessadas em aprender,
em fazer, em ensinar... |
Para
estimular o bebê é preciso aproveitar todas as situações:
criar novas e variadas experiências que lhe permitam descobrir
o seu corpo e o mundo com alegria. |
Atendendo
às determinações da Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional (Lei 9394/96), temos o Referencial
Curricular Nacional (RCNs) que foi concebido para servir como
“guia” de reflexão de cunho educacional sobre
objetivos, conteúdos e orientações didáticas
para os profissionais que atuam diretamente com crianças
de zero a seis anos, respeitando seus estilos pedagógicos
e a diversidade cultural brasileira. |
a)
Presença da música: As crianças ampliam os
modos de expressão musical pelas conquistas vocais e corporais. |
b)
Presença das artes visuais: No processo de aprendizagem
em artes visuais a criança traça um percurso de
criação e construção individual que
envolve escolhas e se expressa através dela usando sua
criatividade, imaginação, idéias, sentimentos,
etc. |
c)
Presença de linguagem oral: A roda de conversa tem se transformado
em estratégia comum, marcando um momento definido na rotina,
em que as crianças sentam em roda com o professor para
conversar. |
d)
Hora da história: É muito importante contar histórias
para as crianças, pois as mesmas divertem, informam, estimulam
o imaginário, a fantasia e a criação; contribuem
para a superação de conflitos emocionais, transmitem
paz e alegria ao universo infantil. |
e)
Por que rasgar, picotar e amassar papel: Se essas atividades não
forem realizadas com dedicação, responsabilidade
e persistência, o movimento “correto” para segurar
o lápis não será executado na sua totalidade. |
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